Descubra o que já está na mesa
O ponto de partida foi dado no Conselho Nacional de Juventude — CONJUVE. A partir daí, quem escreve são as juventudes de todo o Brasil. O envio encerrou em 08/09/2026 — leia e apoie o que as juventudes deixaram aqui.
As propostas desta página são o insumo do processo. O texto que as candidaturas assinam é o documento final do Pacto, onde estas propostas e as do CONJUVE foram reescritas e incorporadas umas às outras. Ler as 122 propostas finais →
Propostas da Plataforma
55Oferecer escuta qualificada, orientação jurídica e psicossocial, proteção contra retaliações e retorno à pessoa denunciante.
Criar um comitê interministerial permanente para qualificar os canais de denúncia de assédio e discriminação no ambiente de trabalho, articular ações preventivas e intersetoriais e ampliar a capacidade de resposta adequada às denúncias.
Produzir dados públicos sobre as violações, a partir de instrumentos de coleta qualificados, preservando o sigilo e a segurança das pessoas denunciantes.
Fortalecimento dos canais de denúncia: garantir atendimento presencial e digital, gratuito, acessível e em linguagem adequada às juventudes.
Estabelecer protocolos específicos para racismo, sexismo, LGBTfobia, capacitismo, assédio moral, assédio sexual e violações dos direitos de aprendizes.
Fomentar o Programa Jovem Aprendiz em escolas e demais instituições que tenham a juventude como grupo atendido.
Fortalecer a fiscalização das cotas e da qualidade dos contratos e programas de aprendizagem.
Combater desvio de função, horas extras irregulares, assédio, discriminação e utilização de aprendizes como mão de obra barata.
Responsabilizar empresas e instituições formadoras pelas condições de formação e trabalho.
Garantir compatibilidade entre trabalho, escola, formação profissional e responsabilidades de cuidado.
Assegurar informação sobre direitos, orientação independente e acompanhamento desde o início do contrato.
Criar estratégias de permanência e transição para oportunidades de trabalho digno após o contrato.